Implante zigomático ou All-on-4: o que muda, para quem é cada um, e quando os dois andam juntos
Na clínica do Dr. Fernando Giovanella, em Blumenau (SC), "zigomático ou All-on-4?" começa pela tomografia, pelo osso que sobrou na maxila, a arcada de cima. Se a frente tem osso para os quatro implantes, você não precisa de zigomático: o All-on-4 resolve6, e é a cirurgia menor5. Sem osso nem na frente, a opção sem enxerto se apoia no osso da maçã do rosto7. E existe uma faixa em que a literatura aceita os dois6.
Eu coloco zigomáticos. Mesmo assim, quando o All-on-4 cabe, é por ele que eu começo.
E os números dos dois que circulam por aí têm um problema que quase ninguém conta: não falam do mesmo paciente.
O que esta página não faz: não dá preço, não diz que um é melhor que o outro, não mostra o benefício sem o risco, nem o risco sem o que o diminui. O meu conflito de interesses está declarado no fim.
Em 1 minuto
- A diferença: o All-on-4 usa o osso da frente da maxila1; o zigomático, o da maçã do rosto6,8.
- O que decide: com osso na frente para quatro implantes, o All-on-4 resolve; nessa faixa, a literatura também aceita o zigomático6.
- A cirurgia: a do zigomático é maior e, num estudo não sorteado, inchou mais, sem diferença na dor mais forte5; a anestesia pode ser a mesma.
- Dentes fixos: nos dois, a provisória pode ser presa logo1, se os implantes saem firmes6,7.
- Qual dura mais: nenhum estudo compara, a longo prazo, quanto os dois duram no mesmo tipo de paciente18.
- Complicações: no zigomático, pesa mais a sinusite10,11,12, menos relatada com o implante por fora do seio12,26; no All-on-4, a prótese3.
- Os dois juntos: zigomáticos atrás, implantes comuns na frente, numa prótese só7.
- A prótese: nos dois, em geral, uma arcada fixa parafusada; muda por onde a cabeça do implante sai9.
- Duas opiniões: acredite em quem te mostrar, na sua tomografia, o osso que vai usar6,7.
Implante zigomático ou All-on-4: qual é a diferença?
All-on-4 é um jeito de montar a arcada fixa — o "protocolo" — sobre quatro implantes; na de cima, eles ficam no osso da própria maxila, com os dois de trás inclinados1. O zigomático é um implante longo, que sobe até o osso da maçã do rosto e se prende ali6,8. Um não é o contrário do outro: muitas arcadas usam os dois.
| All-on-4 | Dois zigomáticos + implantes na frente | Quatro zigomáticos | |
|---|---|---|---|
| Onde se prende | quatro implantes na maxila, os dois de trás inclinados1 | um zigomático de cada lado, no osso da maçã do rosto, unido a pelo menos dois implantes comuns na frente6 | dois zigomáticos de cada lado, no osso da maçã do rosto, todos unidos7 |
| Osso que precisa existir as regiões, no mapa abaixo | na frente, para os retos e os inclinados6 | na frente ou nos pré-molares; nenhum no fundo6 | nenhum nas três regiões6 |
| Tamanho da cirurgia | menor que com zigomático um estudo, grupos não sorteados5 · anestesia: pode ser sedação, oral ou na veia nesta clínica | maior: abertura maior da gengiva, perto de estruturas do meio do rosto6,10 · anestesia: pode ser a mesma nesta clínica | maior, como a de todo zigomático6,10 · anestesia: pode ser a mesma nesta clínica |
| Arcada de baixo | também serve2 | não | não |
| Dentes fixos provisórios logo depois cada coluna mede uma coisa | no mesmo dia, em até 3 horas série retrospectiva da arcada de cima, da clínica que criou a técnica; só entrou no estudo quem recebeu no dia1 | em 89,6% dos implantes nos estudos com as técnicas atuais (22,3% na original) · uma revisão sistemática · conta o protocolo dos estudos9 | em 13 de 15 pacientes um estudo pequeno, sem grupo de comparação13 |
| Sobrevida relatada não compara o mesmo paciente nem a mesma época | 99,0% dos implantes em três anos revisão sistemática de treze estudos3 90,7% em até vinte anos série retrospectiva de um só centro, a clínica que criou a técnica · 740 pacientes, 38,8% deles perdidos de vista no caminho4 | 95,21% em doze anos revisão sistemática de 68 estudos · zigomáticos em geral11 96,2% em seis anos meta-análise · zigomáticos em geral10 | 98% dos implantes duas revisões sistemáticas14, com boa parte dos mesmos estudos · poucos pacientes, acompanhamento curto15 |
| Complicação mais relatada | da prótese, como a provisória de acrílico que quebra3, e inflamação em volta dos implantes4 | sinusite, em cerca de 2% a 14% dos casos médias das revisões · zigomáticos em geral10,11,12 · menos relatada com o implante por fora do seio revisões12,26 | sinusite, em 12% (margem de 4% a 23%) revisão sistemática14 |
Qual coluna é a sua começa pela tomografia, lida por quem opera6,7; na faixa em que duas cabem, passa também pela conversa com você.
Os dois existem para a mesma coisa: usar o osso que você ainda tem, em vez de reconstruir o que falta. A diferença é qual osso.
E como o All-on-4 aproveita o osso da frente está na página sobre falta de osso.
O quadro mostra o que cada um pede. Não mostra quem escolhe quando os dois cabem.
O que decide entre o zigomático e o All-on-4?
O osso que sobrou, e onde. Se a frente tem osso para os quatro implantes, você não precisa de zigomático: o All-on-4 resolve, e é por ele que eu começo6. Nessa mesma situação, a revisão que embasou o consenso também aceita dois zigomáticos com implantes na frente. Sem osso em nenhuma das três regiões, a opção sem enxerto são quatro zigomáticos7.
As três regiões são frente, pré-molares e fundo; o que cada opção pede em cada uma está no quadro, pela mesma revisão6. Ela avisa que essa divisão serve para triagem e não diz quanto osso basta para um implante comum.
Repare: as duas primeiras faixas se encostam. Por isso outro cirurgião pode propor os dois zigomáticos onde eu proporia o All-on-4. Peça que ele mostre o porquê na tomografia.
A escada inteira, do enxerto aos quatro zigomáticos, está na página sobre falta de osso.
Por que começar pela menor? Porque as duas cirurgias não têm o mesmo tamanho.
Qual cirurgia é maior: a do zigomático ou a do All-on-4, e como é a anestesia?
A do zigomático. Pede uma abertura maior da gengiva e trabalho perto de estruturas do meio do rosto6,10; o All-on-4 fica no osso da própria maxila. A anestesia, na clínica, pode ser a mesma nas duas: sedação, oral ou na veia. Depois, o zigomático incha mais e pede mais remédio para dor5. Por isso, quando os dois cabem, eu começo pela menor.
Quando a cirurgia passa de quatro horas, o que pode acontecer ao refazer um tratamento e tirar implantes antigos, a anestesia geral pode ser mais indicada. Isso se avalia paciente por paciente.
Esse inchaço vem de um estudo com 70 pacientes, sem sorteio5: a dor mais forte não foi diferente entre os grupos, e em quatro semanas ficou baixa em todos.
Maior não quer dizer pior: quando a frente não basta e o enxerto não é o caminho, é o zigomático que entra. E entra planejado. Eu mesmo faço o planejamento: a simulação no computador, onde eu opero o caso antes; o protótipo, impresso na impressora da clínica; e o guia de transferência, o SkinGuide Zygoma®, que leva até a cirurgia a posição planejada de cada implante e orienta a perfuração do osso e a colocação. O guia marca o caminho; o osso continua à vista de quem opera. Para mim, é o que deixa a cirurgia mais previsível e mais segura.
Tamanho, porém, não diz quando chegam os dentes.
Em quanto tempo fico com dentes fixos, em cada um?
Nos dois, a prótese provisória pode ser presa logo depois da cirurgia1, quando os implantes saem firmes. Nem sempre saem, e o plano pode mudar na hora6,7. A prótese final vem meses depois10, nos dois4. O prazo do seu caso sai do planejamento e da cirurgia, não de uma média.
No zigomático, o número do quadro conta em quantos implantes os estudos prenderam os dentes logo, pelo protocolo de cada estudo9. No All-on-4, os estudos originais só incluíram quem recebeu a prótese no dia21. Quantos ficaram sem dentes por falta de firmeza, nenhum dos dois números mostra.
Com os dentes no lugar, a pergunta muda: quanto tempo eles ficam?
Qual dura mais? O que os estudos mostram dos dois
Os dois têm sobrevida alta nos estudos. Mas esses números vêm de pacientes, centros e tempos de acompanhamento diferentes, e por isso não dizem qual dura mais em você. Os dois ensaios publicados que sortearam pacientes entre um e outro são pequenos, duraram um ano e mediram qualidade de vida e satisfação, não quanto os implantes duram a longo prazo18.
Na linha da sobrevida, o quadro põe lado a lado pessoas que chegaram com ossos diferentes: o zigomático é indicado, em geral, para quem tem menos osso6. Comparar as colunas é comparar pacientes, não técnicas.
E os números mais longos do All-on-4 têm endereço: vêm da clínica de Lisboa que criou a técnica, num só centro, que perdeu de vista parte grande dos pacientes no caminho4. Não quer dizer que estejam errados. Quer dizer que eu os leio com essa etiqueta.
Pôr os dois no mesmo tipo de paciente só se faz sorteando. No primeiro ensaio, com 80 pacientes de maxila muito atrófica, divididos ao meio, quem recebeu zigomáticos com implantes na frente relatou, um ano depois da prótese final, qualidade de vida melhor e mais satisfação16. No segundo, com 36, quase não houve diferença — salvo na cirurgia e na recuperação, que favoreceram o All-on-417,18.
Uma revisão sistemática de 2026 juntou os dois e classificou a certeza desses resultados como baixa a muito baixa18. E um detalhe que você merece saber: um dos autores do primeiro ensaio é de uma empresa que fabrica os implantes usados nos dois grupos16.
Eu coloco zigomáticos. Se te mostrasse só o primeiro ensaio, seria propaganda.
Os números do zigomático, a favor e contra, estão todos na página sobre o zigomático.
Durar é metade da conta. A outra metade é o que dá trabalho no caminho.
E as complicações de cada um?
No zigomático, a mais relatada é a sinusite, que depende muito da técnica10,11,12: nas revisões, foi menos relatada com o implante por fora do seio12,26. Comparado ao enxerto, ele provavelmente traz mais complicações8. No All-on-4, o mais relatado é da prótese — parafuso que afrouxa, provisória que quebra3 — e inflamação em volta dos implantes. Nos dois, a manutenção não para74.
Entre os estudos lidos para esta página, só o primeiro ensaio sorteado põe as complicações dos dois lado a lado, no mesmo tipo de paciente. Em um ano, no grupo do zigomático, houve uma sinusite e uma infecção na órbita, em volta do olho; no do All-on-4, três próteses quebraram e houve inflamação em volta de alguns implantes. Quarenta de cada lado é pouco para tirar regra. Nos dois grupos, nenhum implante foi perdido16.
Por onde o zigomático passa, por dentro ou por fora do seio, depende da anatomia de cada pessoa e da prótese planejada9,10, e eu decido isso no planejamento, não na cadeira. Alguns estudos com o implante por fora do seio não registraram nenhuma sinusite: 92 pacientes acompanhados por quase três anos, em média, e vinte e três por um ano27,28. Mas zero não é regra: com as técnicas atuais, outros relataram sinusite em cerca de dez a treze de cada cem casos29,30,31,32. E um estudo recente, com 69 pacientes do mesmo cirurgião, não achou diferença de complicações entre dentro e fora do seio29,30,31,32. Esses números não são do SkinGuide Zygoma®, nem meus.
E no longo prazo? Se os números longos do All-on-4 têm endereço, os do zigomático têm data: na meta-análise do quadro, os pacientes foram operados até 2012, nos estudos que informam o ano, e, em muitos, o implante passava por dentro do seio10. Os estudos mais recentes relatam menos sinusite9,26, mas ela pode aparecer anos depois, em qualquer técnica10,11,31, e faltam estudos longos que comparem a técnica de hoje com a antiga10. A minha leitura, que esses estudos ainda não confirmaram: aqueles números retratam um zigomático colocado com menos controle do que hoje, e eu espero menos complicações no de agora.
A sinusite, de onde vem e como se diminui, tem um bloco só dela; as outras complicações estão em o que esperar.
Até aqui, um contra o outro. Muitas vezes, porém, a resposta é os dois.
Dá para usar o zigomático e o All-on-4 na mesma arcada?
Sim, e é um jeito comum de usar o zigomático: um de cada lado, atrás, unido a implantes comuns na frente, numa prótese só7. Quando nem a frente tem osso, a opção sem enxerto são quatro zigomáticos. A combinação usa o osso que existe em cada região da maxila.
A pergunta tem um "ou". Muitas arcadas têm um "e". A lógica é a do All-on-4, com os de trás trocados: em vez de inclinar dentro da maxila, eles sobem até o osso da maçã do rosto. É a coluna do meio do quadro, e o grupo do zigomático nos dois ensaios.
Seja qual for o arranjo, em cima vai uma prótese. E ela nem sempre é igual.
A prótese em cima é a mesma?
Nos dois, em geral, é uma arcada fixa, parafusada nos implantes, que só o dentista tira7. Muda onde a cabeça do implante sai. Na técnica original do zigomático, ela muitas vezes saía perto do céu da boca, e a prótese ficava mais volumosa ali9; hoje, o caminho é escolhido a partir de onde o dente vai estar9.
É nesse ponto que eu mais trabalho. Num relato clínico que publiquei, com dois zigomáticos atrás, inclinei os implantes da frente para saírem do lado dos lábios, e não do céu da boca, com o objetivo de diminuir o risco de uma prótese volumosa33. É um paciente só: mostra como eu trabalho, não promete o seu resultado.
Com tanta coisa dependendo da leitura de quem opera, é comum ouvir duas leituras diferentes.
Um dentista disse All-on-4, outro disse zigomático. Em quem acreditar?
Em quem te mostrar, na sua tomografia, onde está o osso que vai usar. Na faixa em que a literatura aceita os dois, dois cirurgiões sérios podem propor caminhos diferentes. Pergunte aos dois: que regiões da minha maxila têm osso? Por que não a cirurgia menor? E se o implante não sair firme? Por onde o zigomático vai passar, e por quê?
A tomografia, e não a radiografia panorâmica, é o exame que o consenso pede antes do zigomático6,7. Se quem propôs o zigomático decidiu sem ela, você já tem uma resposta. Como conferir quem opera está na página sobre o zigomático.
Se quiser que uma das leituras seja a minha, o caminho é curto.
Quero saber qual dos dois serve para mim. Por onde eu começo?
Por uma mensagem no WhatsApp da clínica, em Blumenau (SC), que marca a sua avaliação com o Dr. Fernando Giovanella. Se você já tem uma tomografia, ela vai junto.
Quem avalia o seu caso é quem opera. Na avaliação, a tomografia é lida com você do lado, região por região — e, se o All-on-4 couber, é isso que eu vou te dizer.
Sem compromisso e sem pressão: começa com uma mensagem, termina com um plano claro para o seu caso. Implante zigomático e All-on-4 em Blumenau: como é o tratamento na clínica.
Perguntas que costumam vir depois da comparação
Implante inclinado dura menos que o implante reto?
Não, pelo que as revisões mostram: nas que compararam os dois, o inclinado não falhou mais que o reto19,20,21,22. Quanto ao osso em volta do implante, os resultados divergem: algumas revisões não acharam diferença, e uma achou um pouco mais de perda em volta do inclinado, sem efeito sobre quanto ele dura19,20,21,23. A maioria desses estudos não sorteou os pacientes.
Se o All-on-4 falhar, ainda dá para fazer zigomático?
Pode dar, sim. O consenso internacional sobre o zigomático inclui, entre as indicações dele, tratamentos anteriores com enxerto ou implantes que não deram certo7. Não é automático: o caminho se decide numa tomografia nova, lida de novo região por região. É a mesma lógica de quem fez enxerto e não pegou.
Quatro implantes bastam, ou seis é melhor?
Nas revisões, arcadas fixas com menos de cinco implantes — na de cima, quase sempre quatro — e com cinco ou mais, quase sempre seis, não mostraram diferença de sobrevida24,25. É comparação entre estudos, não um sorteio de quatro contra seis. Para mim, quem decide o número é o osso e a prótese de cada caso, não uma regra fixa.
All-on-4 é a mesma coisa que "protocolo"? É marca?
"Protocolo" é o nome que se usa no Brasil para a arcada fixa sobre implantes, a prótese de dentes que você não tira. O All-on-4 é um jeito de distribuir os implantes embaixo dela: quatro, com os de trás inclinados1. Um protocolo pode estar sobre quatro, seis ou mais implantes, ou sobre zigomáticos. E sim: All-on-4 é nome registrado por um fabricante de implantes.
Leia também
- Meu dentista disse que não tenho osso suficiente para implante. Quais são minhas opções?Quando falta osso para o implante convencional, o Dr. Fernando Giovanella, em Blumenau (SC), trabalha com cinco opções, sempre na mesma ordem, do menor passo para o maior: o enxerto ósseo (incluindo o levantamento de seio); os implantes inclinados (All-on-4), que usam o osso que ainda resta na frente da maxila, a arcada de cima; os implantes pterigoides, que se ancoram atrás dela; os implantes zigomáticos, que se ancoram no osso da maçã do rosto (o zigoma); e, quando nem a frente da maxila tem osso, quatro implantes zigomáticos.
- O que é implante zigomático e quem é indicado para ele?O implante zigomático, que o Dr. Fernando Giovanella coloca em Blumenau (SC), começa na maxila, a arcada de cima, e termina preso no osso da maçã do rosto, o zigoma — por isso é longo: cerca de 3 a 5 centímetros, quando o implante comum tem de 0,5 a 2 centímetros.
- Como funciona a cirurgia guiada de implante? Vale a pena?Na cirurgia guiada, como o Dr. Fernando Giovanella a faz em Blumenau (SC), a decisão vem antes da broca.
Referências
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Sobre este guia
Revisado e aprovado por Dr. Fernando Giovanella, CRO-SC 8237 · Atualizado em outubro de 2026 · Próxima revisão: abril de 2027
De onde vêm os fatos. Todo número que vem de estudo tem a fonte primária listada em Referências, com a data em que foi conferida. Os números são das técnicas estudadas, por outros cirurgiões e centros, não por esta clínica. O que é da clínica — a anestesia e o planejamento — vem dito como da clínica, sem número de resultado. As explicações sem número descrevem como esses procedimentos costumam ser feitos; foram revisadas por ele e não são promessa sobre nenhum caso específico. Onde há opinião dele, ela vem dita como opinião. O que este guia não publica: preços, nomes de pacientes, fotos de antes e depois sem consentimento, notas em estrelas, nem comparações com outros cirurgiões ou países.
O que ele publicou sobre as duas técnicas. O Dr. Giovanella publicou sobre os dois lados desta página: uma nota técnica, de um paciente, que descreve uma incisão modificada para colocar os quatro implantes do All-on-4 na maxila (Cureus, 2024, PMID 38765329), e um relato clínico, também de um paciente, de reabilitação da arcada inteira sem enxerto, com dois zigomáticos e implantes na frente (J Prosthet Dent, 2025, PMID 40221273). São dois relatos de um paciente cada: mostram como ele trabalha, não prometem o seu resultado. Nenhum dos dois trata de sinusite, de guia ou de planejamento no computador. Dois coautores da nota da Cureus são funcionários do fabricante dos implantes usados nela.
Conflito de interesses. O Dr. Giovanella é consultor remunerado de pesquisa e desenvolvimento de um fabricante de implantes e criou instrumentos cirúrgicos com pedidos de patente em andamento no Brasil. Também criou o SkinGuide Zygoma®, o guia descrito em a cirurgia. Esta página compara técnicas, não marcas. A declaração completa está na política editorial (em inglês).
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Como este guia é escrito, conferido e mantido em dia (em inglês)